
Chinese Democracy - Um minuto de expectativa, um riff batido. Uma dessas "rockers" que nascem para adorarmos ou nos irritarmos. No fim os vocais tentam salvar uma música que não leva a lugar algum. Uma má escolha para primeiro "single". 2/5
Shackler's Revenge - Ruídos desnecessários no começo para uma das melhores "rockers" do álbum. Axl canta "I don't believe there's a reason/I don't believe it" e depois de ouvir algumas poucas vezes isto não sai da cabeça. O solo deixa a desejar. Shackler's foi lançada antes mesmo do álbum, direto para o Rock Band 2. 3/5
Better - Em seguida vem uma excelente música, também"rocker". Se alguém tinha dúvida quanto a identidade da banda até aqui, tirando alguns elementos eletrônicos, Better tem o mesmo tom melodramático de outras do Guns, principalmente nos Illusions. A primeira que inclui "outro", uma outra marca. Better é o segundo "single" do álbum. 4/5
Street of Dreams - A primeira balada que começa com piano e termina em guitarra. Axl optou por vocais estranhos nessa e é o único contra. Tem tudo para dar um excelente vídeo na linha de November Rain e Don't Cry. É a preferida de muitos. Perto do fim um excelente solo executado por Richard Fortus. 4/5
If The World - De longe uns dos trabalhos de cordas mais interessantes do álbum, e a bateria é sensacional! É o mais perto do pop que o Guns N' Roses chegou. Se você acha Sweet Child O' Mine pop, claro. If The World foi incluída no filme Body of Lies. 5/5
There Was a Time - Provavelmente a música mais produzida do álbum. Ela tem grandes momentos. Pense em "Estranged". A longo prazo, deve ser a música que irão ouvir quando se cansarem dos hits. Tem um dos melhores solos que eu já ouvi do Buckethead, a la "Nightrain" e um muito bom do Robin Finck. Definitivamente não é para todos os gostos. 4/5
Catcher in The Rye - A sétima música parece ser uma homenagem a John Lennon e não esconde isto. Tem até um 'nanana' bem Beatles. Ao contrário das outras músicas que tem excelentes momentos de guitarra, voz e bateria. Catcher in The Rye é constante. Desde o início ela prende o ouvinte mais atento e também tem um "outro" de tirar o fôlego. Algo bem comum ao longo do álbum. 5/5
Scraped - Mais um começo hmm, bem, diferente, porém, ruim. A voz do Axl é duplicada exaustivamente em uma marcação desnecessária para o momento, que vira um "hook" interessante mais para frente. "Don't you try to stop us now/I just refuse", diz Axl na primeira música que pode ser relacionada a todo o tempo que o Chinese Democracy levou para ser lançado. 3/5
Riad N' The Bedouins - E mais uma música estilo AFD para não deixar o álbum cair na mesmice. Riad é dessas sem muitas ambições para ouvir no carro... 3.5/5
Sorry - Essa é "Guns N' Roses meets Pink Floyd" e o resultado ficou muito bom na minha opinião. Ela começa lentamente, tem a melhor letra, e é absurdamente bem tocada. Não parece ter sido exaustivamente produzida (mas é óbvio que foi). Todos os elementos estão lá para um dos maiores hits desse álbum. 5/5
I.R.S - I.R.S começa bem, mas cai em um terreno muito semelhante a Riad. Incluir as duas no mesmo álbum me parece redundante. 3.0/5
Madagascar - French Horns! "Maddy" lembra também os Illusions, e se encaixaria perfeitamente em qualquer um deles. Engajada, inclui "quotes" famosos. Nada "radio-friendly" mas muito, muuuuito boa. 4/5
This I Love - Disputa com Sorry e Prostitute a minha preferência. Axl no piano, uma "November Rain" direto ao ponto. Letra interessante, inquieta, te faz pensar... 5/5
Prostitute - O álbum termina em grande estilo, os segundos finais são realmente brilhantes mas Prostitute não deve em nada as outras músicas do Chinese, no todo. Soa como um manifesto contra "se prostituir para viver com fama e fortuna". Coincidência ou não ela começa com "It seems like forever / and a day". 5/5
2 comentário(s):
insisto, there was a time merece 5/5. qualé!
Sem critério. :P
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